A natureza da operação industrial de injeção de alumínio requer propriedades mecânicas de núcleo e superfícies dos moldes construídos em ligas ferrosas modificadas por processos de tratamento térmico e termoquímico. As propriedades das superfícies dessas ligas ferrosas dos moldes são modificadas por processos de nitretação.
A nitretação promove a melhoria da propriedade de resistência à fadiga que deve interessar bastante à operação de injeção de alumínio. O objetivo da camada nitretada, entre outros, seria retardar a nucleação precoce de trincas associadas ao desgaste por fadiga térmica e, consequentemente, incrementar a vida útil do molde (mais peças injetadas). Mas aqui caberia uma pergunta: qual o tamanho dessa camada? E mais outra: camada nitretada “com”, ou “sem” camada branca? Há recomendações de fabricantes de aços para camadas nitretadas sem camada branca e mínima espessura; outros recomendam camadas “um pouco mais profundas”, mas também sem camada branca. E por que sem camada branca? A ausência da camada branca é justificada para evitar a redução drástica da ductilidade do aço na superfície. A camada branca tem elevada dureza, para o caso do aço trabalho a quente utilizado nos moldes de injeção, e melhora as propriedades tirbologicas. A priori, a camada branca – intermetálico muito duro – também agiria para alavancar e propagar mais rapidamente uma trinca nucleada até o final da camada nitretada (difusão). E isso seria um dos motivos da não utilização da camada branca para essa aplicação industrial.
Em geral, fabricantes (ferramentarias) e usuários não saberiam afirmar, ou indicar, qual a melhor espessura e morfologia de camada nitretada mais interessante para potencializar resultados. A experiência tem mostrado para o usuário do molde, e com a contribuição de monitoramento e suporte técnico de alguns especiais fornecedores dos serviços de nitretação, que os processos convencionais, tais como, nitretação líquida (banho de sal) e, ou, nitretação a gás sem controle, não produzem camadas nitretadas que corroborariam para a melhoria das propriedades mecânicas da superfície. Há algum tempo esses processos convencionais foram abandonados e substituídos por processos que utilizam tecnologias de controle do potencial do nitrogênio para garantir uniforme e adequada morfologia de camada: gás com controle do potencial de nitrogênio; e nitretação iônica por plasma. (Vide filme no You Tube -http://www.youtube.com/watch?v=cOxf7ir6Oj0 ). Entretanto, a convivência com esse segmento industrial sugere que a realização da nitretação em processos convencionais contribuiu para formar (pre)conceitos e restrições para a utilização deste processo. Alguns usuários torcem o nariz para a utilização desse processo, pois considerariam, frente a experiência e observação, de que este não promoveria as melhorias esperadas. Essa observação, entretanto, provavelmente formada a partir de uma época em que se utilizavam demais os processos convencionais que produziam camadas não uniformes, porosas e de grande alteração na rugosidade e com resultados, em termos de desempenho, não uniformes, ou consistentes. A utilização de processos de controle efetivo do potencial de nitrogênio produzindo camadas “branca” e de “difusão” com espessuras e morfologia sob controle (sem a formação de redes de carbonetos/carbonitretos; mínima, ou zero porosidade, mínima alteração de rugosidade) poderia mostrar bons (!?) resultados na utilização da superfície nitretada dos moldes de injeção de alumínio com a presença de uma camada branca, por exemplo, de espessura da ordem de 0,002 a 0,004 mm. Por que não?
Finalizando, caberia, no entanto, declarar que a Isoflama realiza a nitretação iônica por plasma de moldes para injeção de alumínio sem a formação da camada branca, com mínima espessura, e esta condição tem mostrado bons resultados na prática. Isso é fato!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O que mais incomoda
O que mais incomoda é o fato de o governo não fazer o mínimo para que a lei tenha sentido.
1o. Não há transporte público que preste, que funcione, que seja limpo ou ao menos justo... Assim, como voltar para casa com a namorada após uma 1/2 garrafa de vinho num jantar de aniversário?
2o. Não há segurança para que possamos andar a pé. Nenhuma segurança, a propósito.
3o. A forma com que se param cidadãos ao volante é arbritrário - no meu ponto de vista - e ineficáz. Em outros países, motoristas somente são parados quando infringem uma lei ou quando demostram comportamento estranho ao volante.
A Blitz deveria ser mais uma ferramenta, e não somente um mecanismo de terror, que através do exagero midiático tranformou-se na grande solução de um problema ainda longe de ter uma saudável e efetiva solução.
Não acredito que vá pegar. Não acredito que vão respeitar.
Em pizza vai acabar... com chopp, é claro!
Pra comemorar.
1o. Não há transporte público que preste, que funcione, que seja limpo ou ao menos justo... Assim, como voltar para casa com a namorada após uma 1/2 garrafa de vinho num jantar de aniversário?
2o. Não há segurança para que possamos andar a pé. Nenhuma segurança, a propósito.
3o. A forma com que se param cidadãos ao volante é arbritrário - no meu ponto de vista - e ineficáz. Em outros países, motoristas somente são parados quando infringem uma lei ou quando demostram comportamento estranho ao volante.
A Blitz deveria ser mais uma ferramenta, e não somente um mecanismo de terror, que através do exagero midiático tranformou-se na grande solução de um problema ainda longe de ter uma saudável e efetiva solução.
Não acredito que vá pegar. Não acredito que vão respeitar.
Em pizza vai acabar... com chopp, é claro!
Pra comemorar.
sábado, 2 de agosto de 2008
Lei Sêca
A denominada "Lei Sêca" é uma tentativa desesperada do Estado de frear a crescente estatística de morte nas estradas provocadas por motoristas embriagados. À falta de recursos do Estado - por exemplo, bafômetros e planejamento - este facilita para si a solução mediante a formação de um "clima de terror" na transferência para o cidadão a responsabilidade da solução final. A lei anterior - que limitava o máximo teor em alcool aceitável indicado pelo teste do bafômetro - era boa, porém o Estado não tinha recursos, planejamento e boa vontade em fazer valer a lei. A estatística de morte nas estradas cresce e só então o Esatdo resolve agir. E nada melhor que contar com a "espada de Damôcles" pairando o tempo todo sobre a cabeça de todos. Isso pode ajudar num determinado periódo, mas não é assim que se afirma e expande a cidadania numa democracia. A Lei Sêca, apesar de boa, pode "não pegar". Seria uma pena! Essa lei fere preceitos constitucionais como, por exemplo, a que diz que "ninguém é obrigado a criar provas contra si". Oxalá a lei "pegue" e crie a cultura de "se beber, não dirija" em situação semelhante à lei que exigiu a utilização do cinto de segurança no carro.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Lei Seca
Este primeiro encontro foi promovido para discutir a lei seca... famigerada lei; tão falada e quetionada.
Porém, necessára.
Todos concordam, mas discutem, argumentam, xingam, elogiam...
Falam... querem ser ouvidos. E foram ouvidos
E pensaram.
E vamos continuar pensando, contribuindo para um munto, porque não, mais pensante; menos passivo e questionador.
Esse é um dos objetivos desse espaço.
Entre e fique a vontade para pensar.
Eurico
Porém, necessára.
Todos concordam, mas discutem, argumentam, xingam, elogiam...
Falam... querem ser ouvidos. E foram ouvidos
E pensaram.
E vamos continuar pensando, contribuindo para um munto, porque não, mais pensante; menos passivo e questionador.
Esse é um dos objetivos desse espaço.
Entre e fique a vontade para pensar.
Eurico
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